Na ocasião de um evento em que se celebra o esporte, como meio para o desenvolvimento da amizade, do companheirismo, do espírito de equipe, da solidariedade, perseverança, humildade, da fé, garra e da vontade de vencer, é com tristeza que sentimos a falta de um dos mais lindos sorrisos desse lugar, sendo impossível não lembrar aquela que possuia todos esses nobres atributos, sendo semelhante a um atleta por seu entusiasmo, e a torçida pelo seu espledor.
Julienne Freire “ Eninha “ como era chamada, transbordava alegria e distribuía sua graça por onde passava.
Como um mascote cativou toda uma torcida. Apelidava a todos carinhosamente, como se faz com os grandes ídolos. Comemorava desmedidamente todas as conquistas e lamentava os tropeços, porém, sempre como um técnico, motivando e ensinando que a simplicidade é a forma mais linda da vitória.
Mas, como no esporte, por vezes nos deparamos com situações difíceis. Julienne nos deixou!
Os grandes atletas são disputados pelos melhores clubes, e eis que Eninha precisou competir nas Olimpíadas Celestiais, pois o capitão maior “Deus “ achou conveniente sua presença, tão animadora, e a convocou para o seu belo time.
Eninha jogou aqui, fez parte do nosso time e nos deixou muitos titulos, eternizados em troféus de amor, carinho, doçura, irreverência, humildade, alegria, amizade... E varios outros, que cada um que de nós poderiamos citar.
Assim como nos brasões de um clube, é estampado uma estrela, a escola prata conta agora com uma, e essa possui um brilho belíssimo, e permanecerá nos iluminando e mostrando que a vida é mesmo um jogo, com muitas batalhas, algumas derrotas, alguns arranhões, mas é preciso joga-lo, não podemos ficar sentados no banco, porque esse time é de fortes.
Assim como foi julienne, que jogou de forma honrrada, conquistou a todos, amou e foi amada, e saiu vitoriosa.
Julienne venceu!!!
E ficaremos com aquele sorriso sendo como um pedaçinho dela em nós, e guardaremos com todo o amor e amizade. Eternamente.
(Arthur Barbosa/ Juliette Freire)
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