Texto lido na abertura dos jogos escolares

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Na ocasião de um evento em que se celebra o esporte, como meio para o desenvolvimento da amizade, do companheirismo, do espírito de equipe, da solidariedade, perseverança, humildade, da fé, garra e da vontade de vencer, é com tristeza que sentimos a falta de um dos mais lindos sorrisos desse lugar, sendo impossível não lembrar aquela que possuia todos esses nobres atributos, sendo semelhante a um atleta por seu entusiasmo, e a torçida pelo seu espledor.
Julienne Freire “ Eninha “ como era chamada, transbordava alegria e distribuía sua graça por onde passava.
Como um mascote cativou toda uma torcida. Apelidava a todos carinhosamente, como se faz com os grandes ídolos. Comemorava desmedidamente todas as conquistas e lamentava os tropeços, porém, sempre como um técnico, motivando e ensinando que a simplicidade é a forma mais linda da vitória.
Mas, como no esporte, por vezes nos deparamos com situações difíceis. Julienne nos deixou!
Os grandes atletas são disputados pelos melhores clubes, e eis que Eninha precisou competir nas Olimpíadas Celestiais, pois o capitão maior “Deus “ achou conveniente sua presença, tão animadora, e a convocou para o seu belo time.
Eninha jogou aqui, fez parte do nosso time e nos deixou muitos titulos, eternizados em troféus de amor, carinho, doçura, irreverência, humildade, alegria, amizade... E varios outros, que cada um que de nós poderiamos citar.
Assim como nos brasões de um clube, é estampado uma estrela, a escola prata conta agora com uma, e essa possui um brilho belíssimo, e permanecerá nos iluminando e mostrando que a vida é mesmo um jogo, com muitas batalhas, algumas derrotas, alguns arranhões, mas é preciso joga-lo, não podemos ficar sentados no banco, porque esse time é de fortes.
Assim como foi julienne, que jogou de forma honrrada, conquistou a todos, amou e foi amada, e saiu vitoriosa.
Julienne venceu!!!
E ficaremos com aquele sorriso sendo como um pedaçinho dela em nós, e guardaremos com todo o amor e amizade. Eternamente.


(Arthur Barbosa/ Juliette Freire)

Mãos

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ANTES, ONTEM, AGORA.


Antes...

As apertava com toda força do amor,
As protegia como que uma fera a seu filhote.
As defendia a dentes, se necessário fosse.
As cuidava para não risca-las nenhum arranhão.
As apoiava quando tristes.
As acariciava como à pluma.

Ontem...

As apertei desesperadamente estimulando a força.
As protegi, apertando-as contra o rosto, desviando-as de minhas lágrimas.
As defendi de mais agulhas.
As cuidei, para que o pulso não as deixassem.
As apoiei, erguendo-as até o peito clamando que não caíssem desfalecidas.
As Acariciei, já sendo um morto veludo.

Agora...

Resta-me a certeza que nossas mãos, donas das mais lindas histórias, não mais precisarão de despedidas, permanecerão eternamente unidas, desde antes, ontem, agora e sempre.



(Juliette Freire)

Nós

terça-feira, 11 de agosto de 2009




A vida é empreguinada por nós

Um nó na garganta que não nos deixa falar,

Um nó no coração que não nos deixa dormir

Um nó de saudade de você em mim

Um nó na barriga quando te vejo,

Um nó nos pensamentos que não me deixa em paz

Um nó, um só, uma de você, um de mim, um nós

A vida é repleta de nós,

Em cada esquina eu vejo você.

Em cada musica te sinto,

Cada vento eu te abraço,

Um nó em nossas mãos

Um nó nas nossas almas,

Um nó nas nossas vidas que não nos deixa separar

E de tanto nó entre eu e você

Acabamos por sermos nós!


Pelo meu amigo Hian Victor.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Minha mente covarde tenta esconder as coisas que me tiram o chão.
Dias começam e terminam e eu com a falsa sensação de que tudo continua igual; no quarto ao lado, passeando... . Consigo sorrir.
Mas ela não é boa mentirosa, os fatos frustram seus planos. E verdade chega. Eu sinto medo da verdade, e nos pequenos instantes com ela, de enlouquecer, de desistir, de viver.
Aprendi a gostar da mentira.




(Juliette Freire)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

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Sobre o turismo eterno.

terça-feira, 4 de agosto de 2009


Eis que disse o poetinha: "que seja eterno enquanto dure". Muito embora diante do contexto romântico em que se manifesta o sábio dizer, aplicável não só a relacionamentos, a duração dos eventos humanos, qual seja a vida o principal deles, não se mede em escalas estabelecidas, que denotam tempo.

Pois que a vida, vista além dos acontecimentos naturais que marcam o seu início e término, é imensurável, e incontabilizáveis são as conseqüências de sorrisos, lágrimas e emoções vividas por seres que habitam essa pequena pensão e logo vão embora, sendo substituídos por novos companheiros que se hospedam diariamente.

Viver não é simplesmente acordar, estudar, trabalhar, dormir para então despertar novamente. Viver é a conseqüência natural de ser espontâneo e original, é algo de que não se pode fugir: quando se nota, todos os hóspedes deixam suar marcas na estalagem.

De modo que, uma vida eterna não é aquela que nunca viu caírem as lágrimas da despedida, mas sim a que se perpetua na lembrança, nas mudanças que trouxe ao mundo.

A vida é muito intensa pra ter fim, e antes que se pense que tudo está acabado, a vida está lá, fazendo turismo por tantas hospedagens, do lado de fora da que estamos, que jamais, de dentro dos nossos quartos, poderemos ver...

E assim, depois de distribuirmos nossos sorrisos e alegrias por essa estalagem, logo iremos deixá-la, a fim de explorar a imensidão que foi construída para nós.


Por Arthur Barbosa

O ultimo post dela

" Sorrir
01/09/08
Enquanto você me fizer sorrireu vou estar bem aqui."
- Te darei mil motivos pra sorrir!